O presidente Jair Bolsonaro
praticamente ignorou o Dia do Trabalhador nesta quarta-feira (1º). Em
seu Twitter, principal ferramenta de comunicação do capitão da reserva,
nenhuma menção à data que é comemorada internacionalmente e nenhum tuíte
falando de forma contundente sobre o tema “trabalho”. Muitos esperavam
que as homenagens de Bolsonaro aos trabalhadores viriam no
pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão que fez às 20h,
mas não foi o que aconteceu. Em pouco mais de dois minutos, o
presidente, que extinguiu o Ministério do Trabalho, sequer proferiu a
palavra “trabalhador” e se calou sobre as principais pautas que
envolvem...
O presidente Jair Bolsonaro praticamente
ignorou o Dia do Trabalhador nesta quarta-feira (1º). Em seu Twitter,
principal ferramenta de comunicação do capitão da reserva, nenhuma
menção à data que é comemorada internacionalmente e nenhum tuíte falando
de forma contundente sobre o tema “trabalho”.
Muitos esperavam que as homenagens de Bolsonaro aos trabalhadores viriam no pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão que fez às 20h, mas não foi o que aconteceu.
Em pouco mais de dois minutos, o presidente, que extinguiu o Ministério do Trabalho, sequer proferiu a palavra “trabalhador” e se calou sobre as principais pautas que envolvem a data, como a questão dos direitos trabalhistas ou alto índice de desemprego no país. Nesta terça-fera (30), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou números alarmantes que mostram que o desemprego no Brasil bateu recorde, mas Bolsonaro não direcionou sequer um segundo de sua fala aos mais de 13,4 milhões de desempregados.
Outra pauta prioritária aos trabalhadores neste momento é a reforma da Previdência, mais um tema ignorado por Bolsonaro em seu pronunciamento.
No lugar de um discurso voltado aos trabalhadores, seus problemas e desafios, como se esperava para um 1º de Maio, o presidente decidiu focar em um pronunciamento enaltecendo a “liberdade econômica” e pregando o “livre mercado”.
“Esse é o compromisso do meu governo com a plena liberdade econômica, única maneira de proporcionar, por mérito próprio e sem interferência do estado, o engrandecimento de cada cidadão”, afirmou, em um dos pontos “altos” de seu curto discurso.
Leia a íntegra.
Muitos esperavam que as homenagens de Bolsonaro aos trabalhadores viriam no pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão que fez às 20h, mas não foi o que aconteceu.
Em pouco mais de dois minutos, o presidente, que extinguiu o Ministério do Trabalho, sequer proferiu a palavra “trabalhador” e se calou sobre as principais pautas que envolvem a data, como a questão dos direitos trabalhistas ou alto índice de desemprego no país. Nesta terça-fera (30), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou números alarmantes que mostram que o desemprego no Brasil bateu recorde, mas Bolsonaro não direcionou sequer um segundo de sua fala aos mais de 13,4 milhões de desempregados.
Outra pauta prioritária aos trabalhadores neste momento é a reforma da Previdência, mais um tema ignorado por Bolsonaro em seu pronunciamento.
No lugar de um discurso voltado aos trabalhadores, seus problemas e desafios, como se esperava para um 1º de Maio, o presidente decidiu focar em um pronunciamento enaltecendo a “liberdade econômica” e pregando o “livre mercado”.
“Esse é o compromisso do meu governo com a plena liberdade econômica, única maneira de proporcionar, por mérito próprio e sem interferência do estado, o engrandecimento de cada cidadão”, afirmou, em um dos pontos “altos” de seu curto discurso.
Leia a íntegra.
enhoras e senhores, boa noite.
Na data
de ontem, foi realizada a cerimônia de assinatura da Medida Provisória
que trata da declaração dos direitos de liberdade econômica, cuja a
finalidade é estabelecer, principalmente, garantias de livre mercado.
É uma
iniciativa do nosso Ministério da Economia, que restringe o papel do
Estado no controle e na fiscalização da atividade econômica. Está
concretizada em direitos considerados essenciais ao crescimento do país,
dos quais destaco:
- desenvolver a atividade econômica de baixo risco para o sustento próprio da sua família;
- produzir, empregar e gerar renda, assegurada a liberdade para o desenvolvimento econômico;
- não ter restringida, por qualquer autoridade, sua liberdade em definir o preço de produtos e serviços;
- receber tratamento igualitário de órgãos e de entidades da administração pública, dentre outros.
Esse é o
compromisso do meu governo com a plena liberdade econômica, única
maneira de proporcionar, por mérito próprio e sem interferência do
estado o engrandecimento de cada cidadão.
O caminho
é longo. Eu sei que, unidos, ultrapassaremos essas dificuldades
iniciais que são naturais nas transições de governo. Especialmente, se
as concepções políticas forem antagônicas.
O Brasil
elegeu a esperança, razão pela qual estarei sempre atento para não
decepcioná-lo. É o meu compromisso com você neste Dia do Trabalho.
Boa noite.
E que Deus abençoe o nosso Brasil.


