BRASÍLIA - O presidente em exercício
Hamilton Mourão
afirmou no início da tarde desta quarta-feira que o segundo sargento da
Aeronáutica
preso na manhã de terça no aeroporto de Sevilha, na Espanha, com 39 kg de cocaína,
estaria no avião do presidente
Jair Bolsonaro
no retorno dele ao Brasil, embarcando na cidade espanhola.
O segundo sargento foi preso
com 39 quilos de cocaína
divididos em 37 pacotes em sua bagagem. Questionado se considera uma
falha muito grave que um militar tenha entrado com drogas em uma
aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), ele frisou que "não é o avião
presidencial" e comentou os procedimentos segurança envolvendo um voo
com o presidente.
— Inclusive, para vocês saberem, tem o tal do voo da bomba. O avião que o presidente decolou ontem decola um pouco antes, para ver se está tudo ok, ele desce e ele é lacrado. Ele só é aberto novamente quando o presidente e a equipe dele estão para embarcar. Então esse é o avião presidencial — declarou Mourão. — O outro, o VC2, leva o pessoal de apoio, o tal do escalão avançado, e é onde estava esse camarada.
Ele confirmou que o militar, cuja identidade não foi revelada pela Aeronáutica até o momento, era "sargento taifeiro", função equivalente à de um comissário de voo, que presta serviços de bordo em aeronave.
Assim como havia feito em entrevista mais cedo à Rádio Gaúcha, o
presidente em exercício afirmou que a questão do tráfico de drogas
atinge a sociedade como um todo e que as Forças Armadas "não são um
grupamento que vieram de Marte".
— Eles pertencem aqui à nossa população e estão sujeitos seja para o consumo seja para o tráfico — declarou.
Mourão também disse que "é óbvio que, pela quantidade de droga que o cara tava levando, ele não comprou na esquina e levou, né?".
— Ele estava trabalhando como mula. Uma mula qualificada, vamos colocar assim — afirmou o presidente em exercício.
— Inclusive, para vocês saberem, tem o tal do voo da bomba. O avião que o presidente decolou ontem decola um pouco antes, para ver se está tudo ok, ele desce e ele é lacrado. Ele só é aberto novamente quando o presidente e a equipe dele estão para embarcar. Então esse é o avião presidencial — declarou Mourão. — O outro, o VC2, leva o pessoal de apoio, o tal do escalão avançado, e é onde estava esse camarada.
Ele confirmou que o militar, cuja identidade não foi revelada pela Aeronáutica até o momento, era "sargento taifeiro", função equivalente à de um comissário de voo, que presta serviços de bordo em aeronave.
— Eles pertencem aqui à nossa população e estão sujeitos seja para o consumo seja para o tráfico — declarou.
Mourão também disse que "é óbvio que, pela quantidade de droga que o cara tava levando, ele não comprou na esquina e levou, né?".
— Ele estava trabalhando como mula. Uma mula qualificada, vamos colocar assim — afirmou o presidente em exercício.


